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Black Friday requer atenção redobrada para não se ter prejuízos incalculáveis

25 Nov 2019 | 2 min leitura

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o faturamento do comércio eletrônico durante a Black Friday deste ano deve crescer 18% em relação a 2018, alcançando vendas de R$3,45 bilhões nos dias que contemplam a promoção. Mas, assim como as vendas devem aumentar com a data promocional, que neste ano acontecerá em 29 de novembro, o número de golpes e fraudes aplicadas na internet também tende a crescer. “Os cibercriminosos aproveitam as intenções e preferências de compra do público consumidor para criar e-mails, mensagens de WhatsApp, sites e promoções falsas, utilizando as informações, o nome e a identidade visual de empresas verdadeiras para enganar compradores, aplicando golpes para capturar dados pessoais e financeiros”, alerta Victor Perego, especialista em riscos cibernéticos da AIG.
Perego explica que uma das modalidades de golpe mais recorrentes na Black Friday é a existência de lojas virtuais falsas. “Um dos mais comuns é o comprador ser levado a uma página falsa extremamente similar à original, controlada por criminosos, com ofertas de produtos que de fato não existem. Os cibercriminosos conseguem ainda, muitas vezes, instalar outros tipos de malware no computador da vítima que podem alterar os dados da cobrança digital, endereçando o valor da compra para a conta do falsário”, avisa.


O primeiro passo para não cair em fraudes como essas, de acordo com o especialista, é evitar compras em sites duvidosos e observar bem a barra de URL na qual se irá navegar, já que ali já podem constar indícios de fraude, como uma letra a mais do que o nome oficial da loja, por exemplo. “Também deve-se desconfiar de preços muito abaixo dos praticados no mercado”, afirma Perego, que recomenda ainda que se evite a compra em lojas que nunca se ouviu falar e cliques em e-mails de locais onde o consumidor nunca se cadastrou.

Sistemas seguros?

Assim como os consumidores devem tomar cuidados nas compras online, as empresas que ofertam produtos também devem se precaver, principalmente em uma época na qual espera-se um tráfego maior de pessoas nas lojas virtuais. “Imagine em um momento como esse ter o site invadido e ficar fora do ar ou não conseguir suportar o tráfego, perdendo vendas”, analisa Perego. “O cibercriminoso pode ter motivação financeira e tentar extorquir a empresa ou outras motivações político-ideológicas para interromper o funcionamento de uma loja virtual, por exemplo. Várias coisas podem acontecer, atingindo o empresário e, consequentemente, o consumidor”, alerta.


O especialista em riscos cibernéticos recomenda que, além de implementar uma estratégia robusta de prevenção ao risco cibernético, as empresas de e-commerce invistam em um seguro que garanta indenização para toda a gama de exposições cibernéticas, incluindo interrupção de rede. “Um seguro que não se limita apenas à proteção aos riscos, mas sim uma solução abrangente para o gerenciamento da exposição cibernética de uma empresa. Oferecemos aos nossos clientes segurança para todo o processo, desde a análise de risco e prevenção até a própria cobertura securitária”, explica.


A apólice do CyberEdge® – solução da AIG pioneira no mercado em seguros para riscos cibernéticos – cobre reclamações de terceiros por perdas sofridas como resultado de um cyber evento e também os prejuízos do próprio segurado, mediante casos específicos. A cobertura do segurado aplica-se aos custos diretos de uma empresa para responder a uma falha de violação de privacidade ou segurança, tais como os custos de notificação, os custos de relações públicas incorridas para atenuar os danos à reputação da empresa, investigações forenses, consultas jurídicas e monitoramento de crédito ou identidade para as pessoas ou empresas que tiveram seus dados violados.

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