Indústria

Quatro pontos de atenção que toda indústria de brinquedos deve ter em seu negócio

Em um cenário que parecia ser só de perdas para muitos setores, o mercado brasileiro de brinquedos, hoje com cerca de 400 indústrias nacionais, alcançou um crescimento de 15% nas vendas, principalmente com jogos de tabuleiros e quebra-cabeças, durante a pandemia do novo coronavírus.
Quatro pontos de atenção que toda indústria de brinquedos deve ter em seu negócio

Em um cenário que parecia ser só de perdas para muitos setores, o mercado brasileiro de brinquedos, hoje com cerca de 400 indústrias nacionais, alcançou um crescimento de 15% nas vendas, principalmente com jogos de tabuleiros e quebra-cabeças, durante a pandemia do novo coronavírus. Segundo os últimos números divulgados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), a expectativa para os fabricantes do setor, que neste ano estão colocando 1,2 mil lançamentos de até R$ 100 no mercado, é manter um ritmo de crescimento de pelo menos 3% em relação a 2019, ano no qual o setor faturou mais de R$ 7 bilhões em vendas – o Dia das Crianças e o Natal são responsáveis por 65% do faturamento da indústria.

Mas se o comércio vai melhor do que o esperado e a indústria está pronta para atender à demanda maior em outubro, mês da criança, está ela também preparada para lidar com os riscos que o negócio oferece? O blog Negócio Seguro AIG listou os pontos de atenção que toda indústria de brinquedos deve ter, segundo seu time de especialistas, para ter segurança em seu negócio:

Incêndios – É de suma importância que programas de prevenção de riscos estejam em funcionamento. É preciso controlar fontes de ignição que causam incêndios e garantir que sistemas de proteção estejam operando bem e o tempo todo. “Muitas vezes, há uma falta de monitoramento da desativação desses sistemas e, por conta disso, acidentes acabam ocorrendo. Eles precisam estar 100% do tempo prontos para funcionar ou, se acontecer uma desativação emergencial, devem ser reestabelecidos e testados o mais breve possível”, alerta Rodrigo Mahecha, especialista de Engenharia de Riscos.

Responsabilidade civil a terceiros – Geralmente, galpões industriais, inclusive para a produção de brinquedos, ficam em complexos onde existem outras indústrias ao redor. Por lidarem com plásticos e produtos infamáveis, além da necessidade de sistemas de combate a incêndios eficientes para evitar perdas para a própria empresa, é preciso ter em mente que as que estão no entorno podem ser afetadas pelas chamas. “Em casos como esse, é de responsabilidade da empresa garantir a reparação dos danos a seus vizinhos e outros terceiros que acabam sendo atingidos”, afirma Nathalia Gallinari, gerente de Seguros Ambientais e de Responsabilidade Civil da AIG. “Contar com um seguro de Responsabilidade Civil é uma segurança para garantir fundos de reparação e a sustentabilidade do negócio em casos de incidentes”.

Risco ambiental – A maioria das indústrias tem algum tipo de armazenamento ou processo que pode ocasionar incidentes. “Todos os produtos, mesmos os não perigosos, em caso de vazamento ou descarte acidental inadequado, podem comprometer a qualidade do solo e da água e, por sua vez, o dia a dia de comunidades próximas, o que pode gerar diversos processos judiciais e prejudicar a saúde financeira da empresa”, completa Nathalia.

Gestão – A legislação brasileira vem sofrendo ajustes no sentido de estabelecer punições severas aos executivos que, por algum motivo, venham a tomar decisões que contrariem normas legais ou regulações dos órgãos de controle. “Tais punições podem ser aplicadas, tanto na esfera judicial como administrativa, com decisões que atingem o patrimônio do gestor, buscando garantir reparação aos danos causados por suas decisões no exercício de suas funções profissionais”, destaca Vinícius Mercado, coordenador de Seguros de Linhas Financeiras da AIG.

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