Pequenas e Médias Empresas

Como os Programas Mundiais de Seguros podem contribuir para o crescimento das startups brasileiras

Em um mercado cada vez mais aquecido, gestores de negócios emergentes devem estar atentos aos riscos presentes em diferentes países
24 de maio de 2022
Como os Programas Mundiais de Seguros podem contribuir para o crescimento das startups brasileiras

O mercado de startups vem crescendo cada vez mais em todo o mundo. E no Brasil não é diferente: um recente levantamento da plataforma Distrito mostrou que as startups brasileiras receberam US$ 9,4 bilhões em 2021, mais do que o dobro na comparação com o ano anterior. Além disso, 2021 foi o ano em que o país teve o maior número de novos “unicórnios” (startups que superam US$ 1 bilhão em valor de mercado), com 10 novas empresas nessa categoria. Ao todo, o Brasil possui 21 “unicórnios”.

As startups, em sua essência, são empresas dinâmicas, tecnológicas e inovadoras. Em um contexto de crescente globalização, as fronteiras estão cada vez mais próximas. Especialmente quando falamos de modelos de negócio predominantemente digitais, torna-se mais simples para o empreendedor ampliar a sua atuação para diversos países, com clientes de diferentes partes do mundo. Porém, tudo isso não isenta a empresa e seus gestores de sanções impostas pela regulamentação local de cada nação, podendo colocar inclusive todo o investimento em risco.

Seja qual for o local em que uma empresa esteja presente, a exposição a riscos sempre vai existir. Muitas vezes, o que é aplicável ao Brasil não é permitido em outros país. Por isso, é fundamental que a companhia esteja familiarizada com particularidades de cada nação em que está presente e possa contar com o auxílio de um programa de seguros customizado para atender demandas das operações no Brasil e no exterior.

“Nesse ambiente global e dinâmico precisamos lidar com as especificidades de cada região e os impactos nas operações. Quando pensamos em internacionalização, devemos entender quais são as características do país no qual estamos e nos adaptarmos. Há diferenças nas leis de cada país e até no que pode ter mais potencial de sinistro localmente. Nesse contexto, um Programa Mundial de Seguros se mostra uma ferramenta extremamente importante para a proteção dos negócios e para aumentar a credibilidade junto a potenciais investidores”, avalia Vivian Rennó, gerente de Programas Mundiais da AIG no Brasil.

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